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Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Negócios

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Engenharia reversa

Como fã de séries e filmes sobre ficção científica, assisto eventualmente alguns programas sobre a possibilidade de existência de vida alienígena. Alguns são muito interessantes, nos fazem pensar. Outros,  mostram o E.T de Varginha como um fenômeno que a Força Aérea Brasileira guarda a sete chaves. Através destes documentários, fiquei sabendo que dois presidentes dos Estados Unidos afirmam terem visto OVNIS: Jimmy Carter e Ronald Reagan. Reforço aqui o conceito que um OVNI não significa necessariamente uma nave alienígena, mas literalmente um Objeto Voador não Identificado.

Alguns destes documentários dizem  que os segredos americanos não são revelados sequer para os presidentes. Recentemente o Governo de Barack Obama anunciou que de fato existe a Área 51, o que já é um avanço e tanto. Explicam também que a grande quantidade de avistamentos de OVNIS no Novo México e em Nevada é ocasionada pela presença de bases militares que fazem experimentos na região, como o avião Stealth, que com seu peculiar formato podia se passar por nave alienígena.

Gostei particularmente de um documentário que foi exibido pelo canal H2, na última quinta-feira. Neste programa, há um questionamento sobre a rápida evolução da tecnologia no século XX, que foi do trem a vapor ao programa espacial em 60 anos. Segundo alguns especialistas, tamanha evolução em tão pouco tempo poderia ser explicada pelo uso de engenharia reversa aplicada em tecnologias alienígenas que alguns países têm e guardam em segredo. Não acredito nesta possibilidade, mas não deixo de me encantar pelas conquistas tecnológicas do século XX e XXI e seus contrastes. Somos capazes de pousar um módulo em um cometa, perfurá-lo e analisar sua composição em pouquíssimo tempo, mas somos incapazes de derrotar o ebola, que nesta última epidemia matou mais de 6.000 pessoas. Somos capazes de criar armas para matar a distância e não conseguimos resolver o problema da fome, que ainda é responsável pela morte de muitas pessoas. 

Ainda de acordo com eles, para efeito de comparação, o computador de bordo da Apolo 11 tem capacidade igual de processamento a de um smartphone atual. Gostei também de uma entrevista feita com um ex-astronauta que afirma não ter visto nada de diferente em sua viagem pelo espaço, mas que acredita que matematicamente é impossível não existir. A cada foto do Telescópio Hubble,  são exibidas novas galáxias com muitos planetas e que certamente em um deles há uma forma de vida mais avançada que uma bactéria.

A parte final do documentário diz que o físico Stephen Hawking concorda que  matematicamente é possível que exista outras formas de vida e que eles podem possuir de fato tecnologia bem superior a nossa, mas que o contato entre estas civilizações seria semelhante a chegada dos europeus na América. Dentro deste cenário, os índios seríamos nós e todo mundo sabe como termina esta história. Assim, devemos ter cuidado com nossos desejos, porque vai que acontece.

Saindo um pouco do campo dos documentários e indo para o entretenimento, há um filme que é exibido com freqüência nos canais pagos, que se chama “Paul, o alien fugitivo”, que é estrelado pela dupla Simon Pegg e Nick Frost, com participação de Seth Rogen fazendo a voz do alienígena. Deixo aqui como sugestão, porque os filmes desta dupla britânica geralmente são bem engraçados, com aquele humor peculiar dos ingleses. Neste, eles capricham nos contrastes e Paul é um personagem muito engraçado. Vale a pena assistir.

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