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Graduada em Processamento de Dados
Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Negócios

domingo, 26 de outubro de 2014

A hora mais escura

Com 97% das urnas apuradas, a candidata Dilma Rousseff garante sua reeleição. Os brasileiros conseguiram um feito: eleger a pior candidata que fez o pior governo desde o início da República. A constatação não é feita tendo como base uma opinião, mas sim fundamentada em fatos. Com uma campanha baseada em mentiras e que lançou mão de todos os artifícios possíveis e inimagináveis eis que o povo brasileiro sela seu destino e caminhamos para a hora mais escura de uma noite que teima em não chegar ao fim.

Sem prometer nenhuma mudança, sem apresentar um plano de governo claro e direto, mas permeado de ameaças, sai vencedora da eleição para entrar em um arriscado segundo mandato onde há a ameaça real de Impeachment dependendo dos desdobramentos da Operação Lava-Jato e de investigações sobre o uso da máquina administrativa na campanha eleitoral, como por exemplo o caso dos Correios. Além disso, havendo aumento de despesa com pessoal decorrente de seu Decreto  presidencial, há a concretização de Crime de Responsabilidade.

Receberá um país que se dividiu entre regiões não por problemas históricos ou crises reais, mas como resultado de suas próprias ações para vencer a qualquer custo as eleições. Receberá também um Congresso com uma oposição mais fortalecida e se antes governou como uma czarina dos tempos modernos, a história agora será outra. Merecedora de desconfiança por parte dos investidores internacionais e de descrédito por parte de outros países que poderiam ser parceiros estratégicos na retomada do crescimento, fica a certeza que continuará a negociar com Venezuela e Cuba  e provavelmente continuará a investir recursos que são dos brasileiros em nações estrangeiras escolhidas de acordo com sua ideologia. E como conseqüência, para coroar sua vitória onde não prevaleceu o mérito e sim os desmandos, ganhou a antipatia, desconfiança e vigilância acirrada de 49% do eleitorado brasileiro. Se terminará seu mandato, apenas o futuro poderá dizer.
Em suas mãos estão a chave do cofre do Tesouro Nacional , das empresas e bancos públicos. Cúmplice dos desmandos e desvios, segue o brasileiro a reclamar. Merecedor de sua sorte, das políticas de rompante,  das nomeações de cunho político de cargos,  que permitiu a apenas um homem desviar bilhões da Petrobrás e amealhar milhões de dólares em contas no exterior, segue o brasileiro a triste sina de outros países da América Latina, que elegem seus governantes em troca de esmolas e assistem passivamente ao enriquecimento de poucos.

O que é verdade é que entramos na época mais sombria da História do Brasil depois da ditadura, por opção de uma maioria que acredita que R$ 77,00 mensais são suficientes. Ventos fortes virão e precisaremos ver o que ficará de pé. Mas que a companherada não pense por um segundo que o resultado das urnas os deixa livres para fazer o que quiser. Não conseguimos mudar o governo, mas mudamos nossa atitude. Não estamos sós, temos voz e representação, através dos homens que nos representam neste Congresso e ela será ouvida por bem, dentro do processo democrático ou nas ruas, no exercício de nosso dever de cidadania.

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