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Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Negócios

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Uma imagem, mil palavras


Depois de uma luta intensa e demorada, o Brasil pouco a pouco vai se adaptando as dificuldades de parte de sua população de deficientes físicos e idosos. A Lei de Acessibilidade adotada na maioria dos municípios e estados e prédios federais,que a princípio teve seus críticos que diziam que os  altos custos em sua implantação não se justificavam, caminha para tornar menos difícil a vida destas pessoas.
Infelizmente, é mais fácil mudar uma construção do que a mentalidade de uma pessoa. É comum vermos em Shoppings pessoas utilizando as vagas para deficientes e idosos. O argumento sempre é que é uma paradinha rápida. Não importa a duração, é errado e pronto. Não importa se aquela vaga está sem uso, não é para você. Se você achar que tem este direito mesmo assim, saiba que a visão de uma pessoa saudável saindo de um carro estacionado em uma destas vagas é revoltante. E saiba que tem muitos idosos que preferem não utilizar estas vagas ou os benefícios do atendimento preferencial,por se julgarem plenamente capazes. Se eles podem agir assim, você pode andar um pouquinho mais ou aguardar um pouco mais para ser atendido.

Os ingressos para deficientes vendidos para a Copa são mais baratos e permitem a presença de um acompanhante. Aparentemente, tem gente saudável se aproveitando disto. Embora a Fifa fale que as imagens que circulam nas redes sociais são da Copas das Confederações e lembre que dependendo do tipo de deficiência a pessoa pode ficar em pé, não deixa de ser estranho ver  pessoas aparentando não ter deficiência nenhuma ocupando estes lugares. Espero que a fiscalização nestes casos seja mais rígida e se isto estiver acontecendo mesmo, que estas pessoas sejam expulsas dos estádios e que a haja uma investigação para saber como estes ingressos foram adquiridos, uma vez que para obter alguns destes benefícios, é preciso apresentar uma ampla documentação. Espero também, como é costume no Brasil,  que não tornem o exercício do direito de todos os deficientes e idosos mais difícil para dificultar a irresponsabilidade de alguns.

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