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Graduada em Processamento de Dados
Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Negócios

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Vantagens em mudar e vantagens em não mudar

Após a divulgação da pesquisa Ibope de intenção de voto, dando vitória em primeiro turno à Dilma (neste ponto devo dizer que elas pouco me importam), fiquei me perguntando o que influenciou esta ascensão. As indignações não param de crescer, nenhum número positivo para economia, muito pelo contrário, então conclui que foi a famigerada “campanha do terror” que deu frutos.
A insegurança do eleitor é grande, principalmente dos que não tem voz, dos que não sabem seus direitos, dos que involuntariamente tornam-se massa modelável ao gosto de pessoas inescrupulosas. Resolvi fazer minha tradicional listinha das vantagens em fazer e vantagens em não fazer, que sempre faço diante de uma decisão difícil. Acho que é um modelo bem racional e sempre me ajudou até aqui. As vantagens em mudar são baseadas nos discursos da oposição, tanto de Eduardo Campos como de Aécio.

Vantagens em mudar
Desvantagens em não mudar
Presença de pessoas mais qualificadas em cargos de decisão (Ministérios)
Diminuição da máquina governamental ( temos 39 ministérios!!!)
Demissão de pessoas ligadas a partidos políticos em todos os órgãos e empresas do governo
Suspensão de investimentos e mudança na política externa em relação a países como Cuba e Venezuela
Responsabilidade tributária ( não gastar mais do que arrecada)
Relações diplomáticas visando o melhor ao Brasil, independente de ideologias mortas, com países que respeitam os direitos humanos
Independência em relação a atual base governista e a troca de votos por cargos estratégicos
Decisões tomadas em estudos mais detalhados a curto, médio e longo prazo ( Exemplo: desconto de 20% na tarifa de energia e aumento de30%)
Menor interferência na economia
Manutenção do bolsa-família como política de estado, para que nunca mais ninguém possa usar este programa como “arma eleitoral”
Respeito às instituições
Recuperação da Petrobrás
Recuperação da política econômica através de ajustes pontuais e setoriais, que já deveriam ter sido feitos gradualmente nos últimos 4 anos
Acompanhamento das obras para as Olimpíadas em 2016, evitando os desvios e superfaturamento esta gastança desenfreada, e  todas obras inacabadas que estão sendo entregues.
Atenção à infra-estrutura, principalmente no escoamento da produção agrícola.
Respeito ao Orçamento

Como vocês podem ver, a coluna da direita ficou vazia. Se alguém tiver alguma sugestão para que eu possa incluir nesta coluna, eu agradeço de antemão. Eu acho que as decisões que devemos tomar  podem ser influenciadas , mas não podem ser decididas pelo medo.O medo é uma reação, a decisão é uma ação.


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