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Graduada em Processamento de Dados
Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Negócios

sábado, 3 de maio de 2014

Uma reflexão sobre o presente e esperanças para o futuro

Se você não é destas pessoas que gostam de política ou  não sabe o índice da inflação deste mês, sabe na hora das compras que as coisas subiram e muito. Sabe que seu salário não compra o mesmo que comprava há um ano atrás, percebe que seu poder de compra diminuiu e já sabe que quando chegar a hora do aumento, que ele não será suficiente. Aliás, o aumento que ainda não chegou já foi incorporado no seu orçamento.

Ao ligar a televisão ou ler um jornal, são várias as reportagens sobre mal uso do dinheiro público e sobre corrupção e você sabe que a carga tributária no Brasil é uma das mais altas do mundo. Cobra-se muito e entrega-se serviços públicos de baixa qualidade. Sabe que você terá que pagar bem caro a benevolência na conta de luz, sabe que a Petrobrás está carcomida por problemas de gestão e interferência política e já sabe que vem aí aumento de impostos, que as contas do país são deficitárias, que a previdência está com um rombo de bilhões e que não pode confiar nos números oficiais, que estão maquiados.

É preciso mudar enquanto é tempo, é preciso governar para o bem comum, não para alguns, não com um marketing bonito. E o brasileiro precisa parar de acreditar em milagres, no menor esforço. Aliás, o brasileiro tem que admitir que elegeu como presidente uma pessoa desconhecida, despreparada e assumir responsabilidade por isso. Este descontrole todo que está aí não caiu do céu, este governo foi eleito de forma democrática.E agora, bem ao estilo sul-americano, vem as propostas populistas, a manipulação das massas, o “nós”. Com que dinheiro, ou, com o dinheiro de quem?

O próximo governo que o Brasil precisa, tem que ser de conciliação, tem que trabalhar para todos, sem exceção. Tem que estar comprometido com a grandeza da Pátria ( que não usa chuteiras 365 dias no ano). Quem for participar deste governo, tem que amar seu país e este país precisa reconhecer o que é mérito. Os cargos públicos estratégicos não podem ser loteados em troca de apoio político. Eles pertencem àqueles que dignificaram suas funções e tem conhecimento para assumi-los.Não é possível que em todas as instituições tenha alguém de determinado partido subvertendo a ordem das coisas em benefício próprio. Não é possível que se faça concessões públicas  em troca de cruzeiros marítimos ou de doações para campanhas.

Para quem conhece a história do Brasil, sabe que foi muito difícil chegarmos aqui. Sabe o quanto custou a independência do Judiciário, para apurar as ilegalidades cometidas em porões.O que é ter um Legislativo soberano. Não podemos permitir que esta praga que assolou o Planalto Central se perpetue no poder. È hora de mudanças, que devem ser feitas com honestidade, com objetivo e que nos leve de volta ao caminho da grandeza.



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