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Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Negócios

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Escola de pais - Parte I

Este post envolve temas bem distintos, então vou dividi-lo em duas partes. No final de segundo, vou falar mais sobre Escola de Pais, que é o fundamento deste post. A segunda parte será publicada amanhã.
Tenho pensado bastante no significado de ser pai e mãe ultimamente. Creio estes pensamentos foram desencadeados um pouco pelo o que a gente tem visto na mídia e um pouco pela convivência com amigos, que tem filhos pequenos e adolescentes.Lembro-me que quando estava grávida de meu primeiro filho e eu fui mãe aos dezoito anos, costumava conversar com meu marido sobre a melhor maneira de educá-lo. Tínhamos um monte de teorias, como por exemplo, falar não só em ocasiões drásticas. Até ele completar um ano, ele tinha quebrado uma porção de coisas pela casa. Quando falamos não pela primeira vez, ele chorou, na segunda, ficou fulo, na terceira desafiou, na quarta, conheceu o “cantinho do pensamento”.Algumas teorias deram certo, outras não, mas no final tudo se encaminhou. Uma coisa que me intriga é que eu tinha dezoito anos (terminei o ensino médio 03 meses depois que ele nasceu) e o pai dele tinha 20 anos, fez 21anos 15 dias depois do nascimento dele, mas tínhamos um projeto e tínhamos escolhido que educação seria o ponto principal.
Se você quiser ser um advogado, vai se preparar durante um bom tempo para isto, mas para ser pai, não. Qualquer um pode ser pai.Você pode comparar com sua educação e decidir fazer tudo igual ou diferente ou adaptar algumas coisas, mas a estrutura da família mudou há tanto tempo! Quantas mulheres hoje em dia tem a responsabilidade de educar seus filhos sozinhas, trabalhando e ganhando pelo menos 30% a menos que os homens? Aliás, conforme a psicóloga Rosely Sayão diz, há uma diferença muito grande em “criar” e educar filhos.
Educar um filho é um processo contínuo, onde muita coisa vai mudar, outras não. Tem algumas coisas que servem de âncora e vou citar algumas. Não pretendo de forma alguma achar que tenho todas as respostas, que sou especialista. Sou uma mãe, só isso, que concorda em discordar, mesmo porque, como um amigo meu me disse “ quando a gente  acha que tem todas as respostas, vem a vida e faz uma pergunta diferente. Mas mesmo assim, deixo aqui algumas opiniões:
-Mesmo quando o filho vem inesperadamente, é preciso ter um projeto e saber que você será responsável por uma vida durante muito tempo. Quando tudo ficar difícil, lembre-se do projeto.

-Não importa se o casamento acabou, a família continua. Se você tem um relacionamento com alguém que já tenha filhos, pense muito bem se você está preparado(a) para a responsabilidade antes de levar adiante o relacionamento. Os filhos estão em primeiro lugar e depois não adianta querer inverter a ordem.

-Educação em primeiro lugar, sempre!

- Acompanhe o desempenho de seu filho na escola. 

-Você pode e deve ser amigo de seu filho, mas uma criança precisa saber que tem pai e/ou mãe, que eles vão elogiar e repreender. É preciso estabelecer limites.A criança que não tem limites tende a tornar-se um adulto inseguro.

Amanhã continuamos a desenvolver este post. Até lá!

Abraços


Um comentário:

  1. Obrigada a todos pelos inúmeros e-mails que recebi com sugestões. Amanhã publico a segunda parte do post com as alterações sugeridas.

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